Gosto bastante de foto. Tenho saído com a câmera e testado algumas coisas. Talvez uma hora dessas eu poste alguma coisa que tenha fotografado por aí.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
foto
Gosto bastante de foto. Tenho saído com a câmera e testado algumas coisas. Talvez uma hora dessas eu poste alguma coisa que tenha fotografado por aí.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
radialista, eu?
Nas últimas aulas, para o meu pânico, o Mércio e o Pellanda propuseram que a gente se dividisse em grupos e criasse um programa de rádio. Criar um programa? Ah, tudo bem, sem problemas. 20 minutos? Hmm, tá bem. Até que veio a problemática que provavelmente deixou muita gente além de mim em surto: "ah, seria bom que todos falassem no ar", diz o Mércio. "COMO ASSIM, SOR? TÁ LOUCO?" foi, mais ou menos, a minha primeira reação.
Após uma aula teórica - bastante interessante, diga-se de passagem - sobre o rádio e sua história, eles vêm com essa proposta. "Mas eu sou tímida, não nasci pra isso, sor. Não consigo fazer", tentei. E vários tentaram. Não teve acordo: "É hora de aprender", replicaram os professores. Meio sem ter o que fazer, nos reunimos nos grupos e encaramos o desafio de criar um programa e mantê-lo no ar (e ao vivo!) durante 20 minutos. Ah! Quase esqueço de dizer: entre a aula teórica e a da apresentação do programa, fizemos um boletim de rádio onde cada um dava uma notícia de aproximadamente 30 segundos. Quase morri. Vergonha, nervosismo, toda insegurança do mundo. Gaguejei, esqueci de assinar e ficou uma pausa enorme, tropecei em todas as palavras possíveis. Como eu ia fazer um programa de vinte - VINTE! - minutos depois disso? Enfim.
Lá fomos nós, procurando assuntos pra rechear o nosso programa. Notícias, esportes, política, economia, utilidades públicas, entrevista, agenda cultural e boletim do tempo. Achamos que dava, que tava ótimo e que talvez até fosse faltar tempo! Convidamos uma banda independente só de meninas (a Rock de Calcinha) para participar da parte de entrevista e, de repente, lá estávamos nós, prontos para entrar no ar. Largamos a música, o Pellanda fez sinal e estava começado: nosso primeiro programa de rádio.
Todo mundo nervoso dentro do estúdio, se olhando com os olhos arregalados, suando meio frio e desconfortável. Acabaram-se as notícias rapidamente (em oito minutos, pra ser mais exata) e ficou todo mundo naquele "e agora?". Não tinha muito o que fazer. Entramos com a entrevista e tudo corria bem. As meninas da banda falaram bonito, fizeram um som ao vivo, tudo tranquilo. Até que começou a chegar perto, mais perto e pertíssimo do fim e a gente não conseguia se entender através de gestos! "Não vai dar tempo, ai, que que a gente faz?". Encerramos a entrevista, demos a agenda cultural e a previsão do tempo pro final de semana mais rápidos do mundo e encerramos com exatamente vinte minutos. Ufa.
A gente se olhava meio incrédulo e o Pellanda dizia "isso aí, pessoal". Ouvia-se então os "Acabou? Sério? A gente conseguiu?" seguidos de comemorações. Nem doeu. E até ficou bonitinho, apesar dos erros que o Mércio apontou (e com os quais a gente aprendeu muita coisa). Juro que até gostei. Acho que rádio é a minha nova paixãozinha.
P.S.: Deixo claro (sim, de novo) que nada supera a paixãozinha pelo impresso. hehe.
Após uma aula teórica - bastante interessante, diga-se de passagem - sobre o rádio e sua história, eles vêm com essa proposta. "Mas eu sou tímida, não nasci pra isso, sor. Não consigo fazer", tentei. E vários tentaram. Não teve acordo: "É hora de aprender", replicaram os professores. Meio sem ter o que fazer, nos reunimos nos grupos e encaramos o desafio de criar um programa e mantê-lo no ar (e ao vivo!) durante 20 minutos. Ah! Quase esqueço de dizer: entre a aula teórica e a da apresentação do programa, fizemos um boletim de rádio onde cada um dava uma notícia de aproximadamente 30 segundos. Quase morri. Vergonha, nervosismo, toda insegurança do mundo. Gaguejei, esqueci de assinar e ficou uma pausa enorme, tropecei em todas as palavras possíveis. Como eu ia fazer um programa de vinte - VINTE! - minutos depois disso? Enfim.
Lá fomos nós, procurando assuntos pra rechear o nosso programa. Notícias, esportes, política, economia, utilidades públicas, entrevista, agenda cultural e boletim do tempo. Achamos que dava, que tava ótimo e que talvez até fosse faltar tempo! Convidamos uma banda independente só de meninas (a Rock de Calcinha) para participar da parte de entrevista e, de repente, lá estávamos nós, prontos para entrar no ar. Largamos a música, o Pellanda fez sinal e estava começado: nosso primeiro programa de rádio.
Todo mundo nervoso dentro do estúdio, se olhando com os olhos arregalados, suando meio frio e desconfortável. Acabaram-se as notícias rapidamente (em oito minutos, pra ser mais exata) e ficou todo mundo naquele "e agora?". Não tinha muito o que fazer. Entramos com a entrevista e tudo corria bem. As meninas da banda falaram bonito, fizeram um som ao vivo, tudo tranquilo. Até que começou a chegar perto, mais perto e pertíssimo do fim e a gente não conseguia se entender através de gestos! "Não vai dar tempo, ai, que que a gente faz?". Encerramos a entrevista, demos a agenda cultural e a previsão do tempo pro final de semana mais rápidos do mundo e encerramos com exatamente vinte minutos. Ufa.
A gente se olhava meio incrédulo e o Pellanda dizia "isso aí, pessoal". Ouvia-se então os "Acabou? Sério? A gente conseguiu?" seguidos de comemorações. Nem doeu. E até ficou bonitinho, apesar dos erros que o Mércio apontou (e com os quais a gente aprendeu muita coisa). Juro que até gostei. Acho que rádio é a minha nova paixãozinha.
P.S.: Deixo claro (sim, de novo) que nada supera a paixãozinha pelo impresso. hehe.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
o futuro do jornal impresso

Internet, televisão, e-paper, youtube, twitter, ...
Com todas essas novas tecnologias (e muitas mais), será que o impresso sobrevive? Como já deixei claro, tenho minha quedinha pelo bom e velho jornal impresso, em papel daqueles especiais pra isso, que solta um pouquinho de tinta e deixa as pontas dos dedos com cara de quem acabou de ler as notícias, o horóscopo, o resumo da novela, as tirinhas ou seja lá o que for! "E até quem me vê lendo jornal na fila do pão.." dizem Los Hermanos na letra de Último Romance, certíssimos. Vai dizer que jornal não combina com café da manhã? Café da tarde? Não é a mesma coisa que tomar café na frente de um computador! Ou é?
E por aí seguiu a aula de discussão sobre o futuro do jornal impresso perante todas as novas tecnologias. Falou-se bastante sobre ler o jornal impresso ser uma questão cultural, um hábito desenvolvido entre as pessoas. Foram citadas vantagens e desvantagens, apareceu gente que prefere e gente que não consegue de jeito nenhum ler no computador, gente que acha que o jornal já seleciona o que é mais importante e gente que acha que na web cada um consegue selecionar melhor o que é mais importante para si.
Concluímos que o jornal impresso, para sobreviver, deve sempre estar buscando algum tipo de modernização, algum modo de se diferenciar. Surgiu a idéia de que talvez esse tipo de meio devesse buscar realizar matérias mais longas, detalhadas, específicas. Continuaria ele sendo, dessa forma, um jornal diário, de notícias?
Entrou também em discussão a questão de o impresso ser (não ser, na verdade) ecologicamente correto. Aí o Pellanda apresentou pra turma o E-paper. Houve os que, como eu, mostraram certa resistência, preferência pelo folhear páginas de um bom livro (ou um bom jornal) com todos os seus caracteres impressos em papel. No entanto, houve quem se mostrasse maravilhado com a novidade e disposto a, se possível, adquirir um o mais breve possível. O aparelho deve se popularizar com o passar do tempo e ser visto com cada vez mais frequencia nas mãos de pessoas que têm o hábito da leitura. Claro que os e-papers, como a maioria das novas tecnologias, têm diversas vantagens, mas não acho que eu vá trocar os livros e os jornais por eles, a não ser que não haja opção. Espero que haja.
CLIQUE AQUI e assista aos vídeos "O fim do jornal impresso" + "A história do jornal impresso".
Vale a pena!
sexta-feira, 17 de abril de 2009
jornal impresso, mon amour.
Começa o módulo impresso, pra minha felicidade! O Pellanda e o Mércio falaram sobre o ciclo diário de um jornal impresso: pela manhã, em torno das 8h, há uma reunião onde são decididas pautas, etc. Os jornalistas, então, saem as ruas a fim de cobri-las, conseguir matérias, apurar informações e voltam para a redação, onde há uma segunda reunião (no meio da tarde). Trabalha-se em cima de tudo o que se conseguiu e fecha-se a primeira edição por volta da meia-noite. Essa primeira edição é distribuída principalmente fora do estado e para cidades do interior. A segunda edição, que tem seu fechamento por volta das 2h da manhã, é distribuída na região metropolitana. Ah, a primeira e a segunda edição não são iguais! (Tá, eu não sabia hehe). Ficamos sabendo também que há um gate keeper, alguém que faz a análise e a escolha do que vai ser publicado (há mais acontecimentos do que o espaço físico de um jornal permite publicar, então é necessária essa seleção). Achei tudo lindo, óbvio, e tive um daqueles momentos em que tu pensa "ah, tô mesmo no curso certo"! Fiquei pensando em como seria bom trabalhar num jornal e logo os professores anunciaram que a gente já ia começar a produção de um. Nos dividimos em editorias de opinião, política, economia, esporte, cultura, geral, mundo e polícia e pudemos escolher os temas das matérias. Fiquei dividida entre política, economia e cultura. Acabei ficando em economia.
Curiosidade:
* O Canadá detém 80% da produção mundial de papel de jornal (80%!!)
Curiosidade:
* O Canadá detém 80% da produção mundial de papel de jornal (80%!!)
sexta-feira, 20 de março de 2009
o mundo da internet e a cultura digital.
Vou começar confessando que pra mim, grande fã do impresso, começar pelo módulo web pareceu uma idéia um tanto frustrante. No entanto, contrariando minhas expectativas, o Mércio e o Pellanda conseguiram mostrar que a gente não sabe tanto de internet quanto pensa e até me deixaram achando que esse lance de online pode ser bacana. Além de descobrir que a internet surgiu durante a Guerra Fria, de repente me surge essa de que internet e web não são a mesma coisa! A internet é uma grande rede que possibilita conexões e a web (www) é um modo de compartilhamento de informações através da internet (é isso?).
Todo mundo sabe que a internet é cada vez mais presente na vida das pessoas e que funciona muito como um facilitador. O jornalismo online, por exemplo, proporciona rapidez à divulgação de informações de uma forma que não é possível no impresso (ponto pro online, mas ainda assim fico com o impresso!). Aliás, Pellanda que me desculpe, mas a primeira coisa que me veio à cabeça ao ouvir que "pra ficar bem informado a gente tem que ler cerca de 50 sites por dia" foi: "CINQUENTA? Tá louco, que nerd", mas no fundo eu sei que ele tem razão.
Na segunda aula sobre web, houve o primeiro debate sobre texto em cima de um capítulo do "Que cultura digital é essa?", de Rogério da Costa. Ao longo do texto o autor expõe a idéia de que cultura digital é o que faz com que possamos selecionar as informações trazidas a nós através da web. Foram levantadas pela turma diversas vantagens (e algumas desvantagens) da utilização da web. A possibilidade de obtermos informação e termos acesso a diversos produtos é uma das grandes vantagens. Há também uma relação de diminuição de custos de determinados produtos e serviços quando adquiridos/utilizados através da internet ou sendo substituídos por ela (compra de música e livros e utilização de serivçoes de comunicação são os melhores exemplos disso). No entanto, o uso excessivo da internet pode fazer com que haja grande diminuição do contato real com pessoas e da lida com elas, da prática de atividades reais, etc
.

P.S.: descobri que existe até um festival de cultura digital!
Todo mundo sabe que a internet é cada vez mais presente na vida das pessoas e que funciona muito como um facilitador. O jornalismo online, por exemplo, proporciona rapidez à divulgação de informações de uma forma que não é possível no impresso (ponto pro online, mas ainda assim fico com o impresso!). Aliás, Pellanda que me desculpe, mas a primeira coisa que me veio à cabeça ao ouvir que "pra ficar bem informado a gente tem que ler cerca de 50 sites por dia" foi: "CINQUENTA? Tá louco, que nerd", mas no fundo eu sei que ele tem razão.
Na segunda aula sobre web, houve o primeiro debate sobre texto em cima de um capítulo do "Que cultura digital é essa?", de Rogério da Costa. Ao longo do texto o autor expõe a idéia de que cultura digital é o que faz com que possamos selecionar as informações trazidas a nós através da web. Foram levantadas pela turma diversas vantagens (e algumas desvantagens) da utilização da web. A possibilidade de obtermos informação e termos acesso a diversos produtos é uma das grandes vantagens. Há também uma relação de diminuição de custos de determinados produtos e serviços quando adquiridos/utilizados através da internet ou sendo substituídos por ela (compra de música e livros e utilização de serivçoes de comunicação são os melhores exemplos disso). No entanto, o uso excessivo da internet pode fazer com que haja grande diminuição do contato real com pessoas e da lida com elas, da prática de atividades reais, etc
.

P.S.: descobri que existe até um festival de cultura digital!
Assinar:
Postagens (Atom)